Total de visualizações de página

domingo, 22 de junho de 2025

Para Você, com Saudade

Aqui estou, tentando escrever,

com o pensamento em você...

Que de repente, voltou pra casa,

e nos deixou com saudade 


Eu entendo, era preciso partir,

do lado de lá… já não há dor,

e você, minha linda, só merecia

a leveza, o descanso, o amor.


Prometi que não iria chorar,

mas hoje… não deu pra segurar com as

 lembranças à tona.

Meu aniversário passou em silêncio,

sem a sua voz pra me ligar.


Hoje é domingo... e certamente iríamos conversar bobagens só pra ouvir sua gargalhada.


O baralho e o dominó repousam,

esperando a próxima rodada...

que, desta vez, ficou parada.

E as brincadeiras de nomes e cidades

congelaram no tempo, guardadas na saudade.


Nossos passeios realizados

nossas conversas que ficaram na memória

para sempre ...


Por aqui… a vida vai seguindo,

com esse vazio tão sentido.

E por aí… você vai sorrindo,

nos braços do Criador… acolhido.


Te amo.

E sempre vou amar.

Até um dia…

quando o tempo quiser nos juntar.

domingo, 12 de janeiro de 2025

Renascer da Poesia

Hoje, a vontade de escrever me invadiu,
a mente em harmonia com o meu ser,
trazendo de volta a melodia
que dá nome a este lugar.

Por tanto tempo, a poesia dormiu em mim, 
apagada como a luz da noite.
Mas de repente, renasceu, como a luz do sol
que precisa do seu tempo para voltar a brilhar.

Talvez seja o pensamento que me leva a nós,
algo que, a princípio, julguei impossível, após tantas dores.
Mas, pacientemente, você mostrou que
importar-se ainda é possível.

O interesse cresceu ao encontrar olhares atentos,
corações que cuidam, 
sensibilidade que transparece,
mãos que querem melhorar o mundo
com gestos de diferença.

E então percebi:

em você, há um reflexo de mim.
Um encontro de almas,
que talvez, só talvez,
estejam destinadas a florescer.





sábado, 11 de janeiro de 2025

Devaneios

Ao te ver me lanço, me declaro em cuidados, me desmancho e me calo.

É como o desfecho desses versos, que parecem certos, mas se confundem a cada estrofe.

Que esvazio minhas malas, deixando todo esse peso para trás.

Ainda questiono suas respostas que ficaram vagas naquele inverno

Meu coração entrou em guerra onde não consegue entrar,

em um mundo frio e palavras não ditas.

E assim, sigo tentando deixar passar o tempo,
como quem aguarda que a esperança seja renovada,
e as cicatrizes se transformem e novos caminhos.

Confesso que há noites em que tua ausência pesa,
como o frio daquele inverno de de suas palavras.
Deixo os meus pensamentos vagos,
perdidos entre o que fomos e o que poderíamos ter sido.

Deixei as malas, mas não as memórias.
Deixei o peso, mas não as perguntas.
E, mesmo assim, continuo,
pois a estrada à frente é a única promessa
que ainda faz sentido.